de bar em bar. Nos bares das esquinas é aonde aprendemos a maiores lições de vida. Nos bares mais finos é onde se conversa com o garçom que está sempre de sorriso aberto. Mas eu ainda sou do basico, do pouco e raro. Da cadeira de plastico, da mesa da Brahma, a cerveja gelada e uma pratileira recheada de 51, São Francisco, Dreher. No balcão um barril de alambique. E apenas um "garçom" atrás do balcão, o dono do bar. Aquele que quando você entra, ela já sabe qual é o teu drink. Ja te serve aquela amarelinha. Em seguida te trás aquela Skol gelada. E você se senta em uma mesa onde não tem, guardanapos, palitos de dentes e esses assessórios "mesários" de bares chiques do centro de São Paulo. Mas te garanto que com os R$ 10,00 de estacionamento que você paga no centro, eu saio bêbada, com experiencias e histórias do meu bar de esquina e ainda pago uma rodada para o meu amigo. Uma bar chique, elegante com galera bonita, sem dúvidas é um ar aconchegante, gostoso. Mas é muito caro pra mim. Não dá pra se dar ao luxo todo o fim de semana. Por isso gosto dos meus bares de esquina, tem sinuca, cerveja, televisão com futebol. Mas o que realmente me importa nos bares, é a companhia:
- Uma cerveja e quantos amigos quiseram entrar.

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