quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ela,


se afasta, se recolhe, diz pra si mesma que nunca mais quer ver aquele sorriso,  ouvir aquelas histórias repetidas, fumar o cigarro dele, deitar naquela cama, ouvir as suas músicas, usar aquele chinelo, olhar naqueles olhos, beijar aquela boca, sentir aquele abraço, sentir aquele cheiro, entrar naquele carro e deixar os vidros embaçados, ouvir sobre sua vida, tentar entender seus humores em constante mudança, entender sua falta de tempo nas semanas de prova, e promete pra si mesma, que não vai responder as mensagens de texto, e até que ela conseguiu evita-lo por algum tempo. . .Mas felizmente ou não, ainda não é o momento de evita-lo.

E, é numa dessas, que mais uma vez ela vê o quanto é contraditória, ou o quanto gosta dele  (mais isso ela ainda prefere não acreditar), apenas prefere acreditar que é coisa do destino, ou que tem muito pano pra essa manga. . .De qualquer forma, ela crê, que ainda vão estar juntos do jeito deles, por que afinal, como ela diz. . . 

" Do nosso amor, a gente é quem sabe pequeno "

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